História e Função do Mastologista

História e Função do Mastologista

A mastologia é a especialidade médica dedicada ao cuidado integral da mama, abrangendo a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento das doenças mamárias.

Sua história acompanha a evolução da medicina e o avanço do conhecimento científico, especialmente no que se refere ao câncer de mama. Registros históricos mostram que alterações da mama já eram descritas na Antiguidade, como no Egito Antigo e na Grécia, onde tumores mamários eram reconhecidos, ainda que com possibilidades terapêuticas limitadas. Durante séculos, o tratamento das doenças da mama esteve associado a abordagens rudimentares e, muitas vezes, mutiladoras. A partir do século XIX, com o desenvolvimento da anatomia patológica, da anestesia e das técnicas cirúrgicas, a mastologia iniciou um processo de transformação. Ao longo do século XX, a introdução da mamografia, da ultrassonografia, da ressonância magnética e das biópsias minimamente invasivas permitiu o diagnóstico precoce das doenças mamárias, modificando significativamente o prognóstico do câncer de mama. Nesse contexto, consolidou-se a atuação do mastologista, médico especialista responsável pelo cuidado global da saúde da mama.

O mastologista atua na prevenção e no rastreamento, orientando exames de rotina e avaliando fatores de risco individuais e familiares; no diagnóstico, por meio da solicitação e interpretação de exames de imagem e da realização de biópsias; e no tratamento das doenças benignas e malignas da mama. Além do tratamento cirúrgico, o mastologista trabalha de forma integrada a equipes multidisciplinares, incluindo oncologia clínica, radioterapia, cirurgia plástica, radiologia e patologia, garantindo uma abordagem segura, individualizada e baseada em evidências científicas.

A mastologia moderna tem como pilares não apenas a eficácia do tratamento, mas também a qualidade de vida, a preservação da autoestima, a reconstrução mamária e o acompanhamento contínuo da paciente. Dessa forma, o mastologista desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da mulher, no diagnóstico precoce e no cuidado humano e especializado
em todas as fases da vida.

O que faz um mastologista, na prática?

Prevenção e rastreamento:

  • Avalia risco individual de câncer de mama (história familiar, genética, fatores hormonais).
  • Indica e interpreta exames como mamografia, ultrassonografia e ressonância.
  • Orienta sobre quando e como iniciar o rastreamento.

Diagnóstico:

  • Investiga nódulos, dor mamária, secreção pelo mamilo, alterações de pele ou formato da mama.
  • Solicita e realiza biópsias.
  • Diferencia doenças benignas de câncer de mama.

Tratamento do câncer de mama:

  • Define a estratégia cirúrgica (cirurgia conservadora, mastectomia, técnicas oncoplásticas).
  • Realiza cirurgias com preservação estética e funcional sempre que possível.
  • Atua em conjunto com oncologia clínica, radioterapia, genética, radiologia e patologia.
  • Acompanha a paciente do diagnóstico ao pós-tratamento e seguimento a longo prazo.

Doenças benignas da mama:

  • Trata mastites, cistos, fibroadenomas, alterações hormonais e dor mamária.
  • Evita procedimentos desnecessários quando o acompanhamento clínico é suficiente.

Avaliação genética:

  • Identifica pacientes com suspeita de câncer de mama hereditário.
  • Encaminha para testes genéticos e orienta medidas de redução de risco.

Acompanhamento integral:

  • Cuida da saúde mamária ao longo da vida: adolescência, gestação, amamentação, climatério e pós-menopausa.
  • Oferece acolhimento em um momento que costuma ser carregado de medo e insegurança.

BIBLIOGRAFIA:

  1. Ministério da Saúde. Brasil.
    Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil.
    Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA).
    Brasília: Ministério da Saúde; última atualização disponível.
  2. Instituto Nacional de Câncer (INCA).
    Câncer de mama: prevenção, diagnóstico, tratamento e seguimento.
    Rio de Janeiro: INCA.
  3. Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).
    Manual de Mastologia / Diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia.
    São Paulo: SBM.
  4. American Society of Breast Surgeons (ASBrS).
    Official Statements and Consensus Guidelines.
    Annals of Surgical Oncology / ASBrS Publications.
  5. National Comprehensive Cancer Network (NCCN).
    NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology: Breast Cancer.
    NCCN Guidelines®.
  6. European Society for Medical Oncology (ESMO).
    ESMO Clinical Practice Guidelines: Breast Cancer.
    Annals of Oncology.
  7. Harris JR, Lippman ME, Morrow M, Osborne CK.
    Diseases of the Breast.
    6th ed. Philadelphia: Wolters Kluwer; 2022.
  8. Bland KI, Copeland EM, Klimberg VS, Gradishar WJ.
    The Breast: Comprehensive Management of Benign and Malignant Diseases.
    6th ed. Elsevier; 2018.
  9. Veronesi U, Goldhirsch A.
    Breast Cancer: Multidisciplinary Management.
    Springer.
  10. World Health Organization (WHO).
    Breast cancer: early diagnosis and screening.
    WHO Guidelines.
Autor(a)

Cinthia Moreira

Mastologista

Membra da Comissão Conexão Mastologia

Rastreamento Câncer de Mama

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres e causa um grande número de óbitos. Por isso, realizar exames para encontrar a doença ainda em fase inicial – antes de aparecerem os sintomas – pode salvar vidas. Esse processo, chamado de rastreamento, ajuda a identificar tumores pequenos e em estágio inicial, quando o tratamento pode ser mais simples e eficaz.

O exame básico para esse rastreamento é a mamografia, que é uma radiografia das mamas. A mamografia é recomendada principalmente para mulheres a partir dos 40 anos, pois o risco de desenvolver câncer aumenta com o tempo. Em alguns casos, quando as mamas são mais densas (ou seja, possuem uma maior quantidade de tecido fibroso) ou quando a mulher tem fatores de risco específicos, podem ser adicionados outros exames, como a ultrassonografia, a ressonância magnética ou a tomossíntese. Essas técnicas complementares ajudam a detectar alterações que podem não ser vistas pela mamografia sozinha.

Diferentes grupos de mulheres podem precisar de abordagens variadas no rastreamento:

  • Mulheres sem fatores de alto risco: geralmente, a mamografia anual é suficiente.
  • Mulheres com mamas densas: podem precisar de exames complementares para aumentar a precisão do diagnóstico.
  • Mulheres com histórico pessoal ou familiar de câncer de mama ou que apresentaram alterações pré-cancerosas: podem iniciar os exames em idades diferentes ou fazer exames adicionais para garantir uma detecção precoce.

A ideia é que, ao encontrar a doença mais cedo, as chances de cura aumentam e os tratamentos podem ser menos agressivos, proporcionando melhor qualidade de vida.

Tabela das Principais Indicações para o Rastreamento do Câncer de Mama

Grupo de Mulheres Faixa Etária / Início Exame Principal Observações / Exames Complementares
Risco Habitual (sem fatores de alto risco) Entre 40 e 74 anos. Após os 75, se houver boa expectativa de vida (mínimo 7 anos). Mamografia digital anual Se disponível, a tomossíntese pode ser incluída para maior precisão.
Mulheres com Mamas Densas Entre 40 e 74 anos. Mamografia digital anual Pode ser adicionada a ultrassonografia ou ressonância magnética (para mamas muito densas).
História de Lesões Pré-Cancerosas (ex.: hiperplasia atípica) A partir dos 40 anos ou conforme avaliação de risco; em risco elevado, pode começar mais cedo. Mamografia anual A ultrassonografia ou a ressonância magnética podem ser consideradas, conforme o risco.
História Pessoal de Câncer de Mama (tratado) Após o tratamento – no caso de cirurgia conservadora, iniciar ao menos 6 meses após a radioterapia; em casos de mastectomia, rastreamento do outro lado, a partir de 1 ano. Mamografia anual Exames complementares (ultrassonografia e/ou ressonância magnética) podem ser indicados.
História de Radioterapia Torácica Mulheres que receberam radiação no tórax antes dos 30 anos: iniciar 8 anos após o tratamento (não antes dos 30 anos para mamografia e dos 25 para RM). Mamografia anual Geralmente, recomenda-se também a ressonância magnética anual; a ultrassonografia pode ser usada caso a RM não seja possível.
Alto Risco Genético / Forte História Familiar de Câncer de Mama Iniciar 10 anos antes da idade do diagnóstico mais jovem na família – normalmente, a partir dos 30 anos. Mamografia anual Geralmente, recomenda-se também a ressonância magnética anual; a ultrassonografia pode ser usada caso a RM não seja possível.
Autor(a)

Eduardo Pessoa

Presidente da SBM-SP (2023-2025)

Exames de Imagem

Os exames de imagem são ferramentas importantes para os médicos “verem” o que ocorre dentro do corpo. Eles ajudam a identificar sinais de câncer de mama, permitindo localizar o tumor, medir seu tamanho e descobrir se a doença se espalhou para outras regiões.

Cada exame tem uma função específica:

  • Cintilografia Óssea: Após a injeção de uma pequena quantidade de material radioativo na veia, esse material se acumula nas áreas dos ossos onde há alterações, permitindo identificar sinais de metástase (disseminação do câncer para os ossos).
  • Raios-X: Utiliza uma dose controlada de radiação para gerar imagens do interior do corpo. É útil para detectar alterações em estruturas ósseas ou em áreas que possam indicar a presença do câncer.
  • Agente de Contraste: São substâncias especiais que melhoram a visualização de certas áreas em exames de imagem. Podem ser administradas de diferentes formas (por via oral, injetadas ou via retal) e ajudam a evidenciar melhor detalhes importantes, exigindo cuidados caso o paciente tenha alergias ou problemas renais.
  • Tomografia Computadorizada (TC ou CAT Scan): Combina diversas imagens de raios-X em “fatias” detalhadas do corpo, oferecendo uma visão aprofundada de regiões como tórax, abdômen e pelve. Esse exame é essencial para avaliar se o câncer se espalhou para outros órgãos.
  • Mamografia Diagnóstica: Versão mais detalhada da mamografia de rotina. Enquanto a mamografia de rastreamento examina as mamas de forma geral, a diagnóstica foca em áreas específicas onde foram identificadas alterações suspeitas, ajudando a confirmar a presença de nódulos ou outras anomalias.
  • Ressonância Magnética (MRI) da Mama: Utiliza um campo magnético potente e ondas de rádio para criar imagens muito detalhadas dos tecidos mamários. Esse exame é indicado, especialmente, para mulheres com alto risco de câncer ou quando os outros exames não oferecem informações suficientes. Às vezes, o uso de contraste potencializa a clareza das imagens.
  • PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons combinada com Tomografia Computadorizada): Este exame une informações metabólicas e anatômicas. Uma substância similar ao açúcar, marcada com radioatividade, é absorvida preferencialmente pelas células cancerígenas, ajudando a identificar áreas com alta atividade e a localizar os tumores com precisão.
  • PET Scan (Tomografia por Emissão de Pósitrons): De forma similar ao PET/CT, utiliza uma pequena quantidade de açúcar radioativo para que as células cancerígenas “brilhem” nas imagens, facilitando a identificação de tumores, mesmo que pequenos ou em estágios iniciais.
  • Ultrassom: Emite ondas sonoras de alta frequência que, ao serem refletidas pelos tecidos internos, formam imagens em tempo real. É muito utilizado para investigar alterações na mama, diferenciando entre nódulos sólidos e cistos, e para orientar a coleta de amostras em biópsias.

Além dos detalhes dos exames, é fundamental seguir as orientações do seu médico quanto à preparação (como jejum ou remoção de joias) e comunicar condições especiais, como gravidez, que podem exigir adaptações nos protocolos dos exames.

Tabela das Principais Indicações dos Exames de Imagem

Exame Como Funciona Objetivo/Indicação Observações
Cintilografia Óssea Injeção de material radioativo que se acumula nas áreas ósseas alteradas Detectar metástase óssea (quando o câncer se espalha para os ossos) Utiliza uma câmera especial para captar as imagens
Raios-X Utiliza radiação controlada para gerar imagens do interior do corpo Investigar anomalias em estruturas ósseas ou outras áreas suspeitas Indicado para pontos específicos de dor ou alteração
Agente de Contraste Substâncias que melhoram a visualização das imagens durante alguns exames Ressaltar detalhes em exames, facilitando a identificação de estruturas e alterações Importante informar alergias ou problemas renais
Tomografia Computadorizada (TC) Combina várias imagens de raios-X em “fatias” detalhadas processadas por computador Avaliar a extensão do câncer e identificar se ele se espalhou para outros órgãos Útil para examinar regiões como tórax, abdômen e pelve
Mamografia Diagnóstica Versão detalhada da mamografia que foca em áreas específicas com alterações suspeitas Investigar com precisão nódulos ou áreas de alteração na mama Diferencia-se da mamografia de rastreamento, que é mais geral
Ressonância Magnética (MRI) da Mama Utiliza um campo magnético e ondas de rádio para criar imagens detalhadas dos tecidos Fornecer uma avaliação aprofundada, principalmente em casos de alto risco ou resultados inconclusivos Pode utilizar contraste para aprimorar a definição das imagens
PET/CT Combina imagens que mostram a atividade metabólica (usando açúcar radioativo) com imagens anatômicas (TC) Detectar áreas com alta atividade metabólica, identificando a localização precisa dos tumores Geralmente utilizado em casos de câncer avançado
PET Scan Utiliza açúcar radioativo para que células cancerígenas absorvam mais substância e “brilhem” nas imagens Identificar tumores pequenos ou em estágio inicial de disseminação Similar ao PET/CT, mas pode ser utilizado isoladamente
Ultrassom Emite ondas sonoras que, ao serem refletidas pelos tecidos internos, formam imagens em tempo real Diferenciar nódulos sólidos de cistos e auxiliar na orientação para biópsias Exame seguro, sem uso de radiação, ideal para investigação inicial
Essas informações e a tabela têm o objetivo de facilitar o entendimento sobre como cada exame de imagem funciona e por que eles são solicitados no diagnóstico e acompanhamento do câncer de mama. Sempre converse com seu médico para entender qual exame é o mais adequado para o seu caso e tirar todas as suas dúvidas sobre o procedimento.
Autor(a)

Eduardo Pessoa

Presidente da SBM-SP (2023-2025)

Biópsia das Mamas

Quando um exame de imagem (como a mamografia ou o ultrassom) detecta uma alteração na mama ou na região da axila, pode ser necessário realizar uma biópsia. Esse procedimento consiste em retirar uma pequena amostra de tecido para que o médico possa analisar ao microscópio e determinar se a lesão é benigna ou maligna.

Existem diferentes técnicas, e a escolha do método depende do tipo, tamanho, localização da lesão e dos recursos disponíveis no serviço de saúde. Veja a seguir as principais técnicas:

  • Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF):
    Utiliza uma agulha muito fina para coletar células ou líquido da lesão. Geralmente, não fornece tecido suficiente para uma análise detalhada e é mais indicada quando se precisa, por exemplo, drenar coleções (como abscessos ou cistos) ou para uma avaliação inicial dos linfonodos axilares.
  • Biópsia de Fragmento (Core Biopsy ou BF):
    Com o uso de uma agulha um pouco mais grossa, essa técnica retira pequenos fragmentos de tecido. Ela permite uma análise histológica que mostra a arquitetura da lesão e é amplamente utilizada para nódulos sólidos suspeitos.
  • Biópsia Assistida a Vácuo (VAB):
    Nesta técnica, uma agulha especial, associada a um sistema de vácuo, suga e retira uma quantidade maior de tecido. O método é especialmente útil quando se deseja reduzir as chances de falhas na amostragem, sendo indicado para lesões maiores ou aquelas com calcificações visíveis por mamografia (utilizando estereotaxia, quando necessário).
  • Excisão Assistida a Vácuo (VAE):
    Utilizada para remover, de forma completa ou quase completa, uma lesão pequena (geralmente menor que 1 cm) ou para lesões de potencial de malignidade incerto. Essa técnica é menos invasiva que a biópsia cirúrgica e pode, em alguns casos, evitar a necessidade de uma cirurgia aberta.

Além dessas, existe a biópsia de linfonodo axilar, que segue métodos semelhantes (preferencialmente a BF) para avaliar se o câncer se espalhou para os linfonodos na região da axila.

De maneira geral, os procedimentos minimamente invasivos (PAAF, BF, VAB/VAE) são preferidos em relação à cirurgia diagnóstica, pois apresentam menor risco de complicações, menor custo e preservam a anatomia da mama – o que é importante no planejamento do tratamento.

Tabela Ilustrativa dos Procedimentos de Biópsia

Tipo de Biópsia Como Funciona Indicação Principal Características Principais
PAAF (Punção Aspirativa por Agulha Fina) Inserção de uma agulha muito fina para aspirar células ou líquido da lesão. Avaliação inicial, drenagem de coleções (abscessos, cistos) e linfonodos. Procedimento rápido, menos invasivo, porém com menor quantidade de tecido para diagnóstico detalhado.
Biópsia de Fragmento (Core Biopsy ou BF) Uso de uma agulha mais grossa para retirar pequenos fragmentos de tecido. Nódulos sólidos e lesões mamárias suspeitas (orientada por ultrassom ou mamografia). Permite análise histológica, é amplamente disponível, de baixo custo e geralmente realizada com anestesia local.
Biópsia Assistida a Vácuo (VAB) Uma agulha especial, associada a um sistema de vácuo, retira uma quantidade maior de tecido. Lesões maiores, calcificações (por estereotaxia) e situações que exigem mais material. Maior volume de tecido, reduz risco de subestimação, porém é um procedimento um pouco mais complexo.
Excisão Assistida a Vácuo (VAE) Remoção completa ou quase completa da lesão por meio de um dispositivo com vácuo, guiado por imagem. Lesões de potencial de malignidade incerto ou pequenas lesões, onde a remoção total é desejada. Combina o diagnóstico com o tratamento, minimamente invasiva e evita, em muitos casos, a necessidade de cirurgia aberta.
Biópsia de Linfonodo Axilar Pode ser realizada, preferencialmente, com técnicas de BF para obter amostras dos linfonodos suspeitos. Avaliação de linfonodos na axila para verificar a disseminação do câncer. Essencial para o estadiamento do câncer, garantindo dados histológicos para decisões terapêuticas.
Este resumo e a tabela ajudam a entender as principais técnicas de biópsia de mama e axilar, destacando suas indicações e características, de modo que o público leigo possa compreender de forma clara como esses procedimentos são realizados e qual a importância deles para o diagnóstico e planejamento do tratamento do câncer de mama. Em caso de dúvidas, sempre consulte seu médico para obter informações personalizadas.
Autor(a)

Eduardo Pessoa

Presidente da SBM-SP (2023-2025)